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Boletim Sustentável

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Mundo da Sustentabilidade
ZF irá produzir carro elétrico autônomo em 2019

ZF irá produzir carro elétrico autônomo em 2019

Não são só as fabricantes e empresas de tecnologias que estão investindo em carros elétricos. A ZF, fabricante de tecnologia automotiva, anuncia que irá produzir o e.Go Mover, carro autônomo e elétrico, em 2019. Desenvolvido em parceria com a e.Go Mobile AG, o modelo será apresentado no Salão de Carros Comerciais da Alemanha, em setembro.

O e.Go Mover foi apresentado pela empresa com o formato de ônibus, mas seria adaptado para que as empresas utilizem o seu espaço para carregar pacotes para entregas. A produção em série será feita na Alemanha, com volume de fabricação anual de cinco dígitos. A ZF espera que consiga produzir um milhão de unidades nos próximos cinco a sete anos.

 
Sustentabilidade Ambiental e a Alta Administração

Sustentabilidade Ambiental e a Alta Administração

Muito se fala de que sustentabilidade ambiental e negócios empresariais caminham em lados opostos. Adicionalmente, argumenta-se que se a organização investe em meio ambiente irá perder em competitividade, pois recursos financeiros serão despendidos para assuntos considerados “periféricos” e não para o foco do negócio. Porém, as organizações têm percebido, mesmo de forma ainda incipiente, que a exploração dos recursos naturais possui um limite e que sua escassez pode comprometer seus negócios. Encontrar alternativas que sejam viáveis tanto para as organizações como para o meio ambiente constitui a tônica das discussões sobre a problemática ambiental.

A primeira razão, e mais óbvia, é para atender às exigências e pressões dos Stakeholders!

 
Projeto promove troca de lixo reciclável por frutas, verduras e legumes em Amparo

Projeto promove troca de lixo reciclável por frutas, verduras e legumes em Amparo

Trocar materiais recicláveis por frutas, verduras e legumes. Essa iniciativa é feita por um projeto que promove ações de solidariedade e de apoio ao meio ambiente em Amparo (SP). Com o "Viva Verde", a população da cidade pode trocar 3kg de lixos recicláveis por 2kg de alimentos.

Uma kombi chega nos bairros com os alimentos e os moradores depositam o lixo que pode ser reciclado em um caminhão. Qualquer morador pode participar do projeto, basta se cadastrar.

"Hoje, eu trouxe 13kg. Tinha bastante em casa e o que eu vou pegar eu vou doar para o orfanato da cidade, que precisa de doação", conta a funcionária pública Renata Reale, participante do projeto.

 
Ameaçada de extinção por fungo, a banana pode sumir do planeta

Ameaçada de extinção por fungo, a banana pode sumir do planeta

Parece fake news, mas procede: a banana pode acabar. Ameaçada de extinção, a banana pode se tornar o dinossauro, o pássaro dodô das frutas. Inimaginável, sem dúvida. Mas é isso o que a ecologista Jackie Turner pretende alertar no documentário Bananageddon, ainda em gestação e para o português traduzível por Bananapocalipse. Ms. Turner foi estudar ictiologia na Costa Rica, encantou-se de cara com a história e a cultura da banana e tirou os peixes de seu currículo, investindo quatro anos na fruta mais famosa e consumida do mundo. Plantada em 130 países, é o alimento mais cultivado pelo homem depois do arroz, o trigo e o milho, apesar de só vingar em climas tropicais.

Culpa do fusário, fungo fatal que na década de 1950 infectou rapidamente plantações inteiras, provocando um colapso global no comércio bananeiro. E da monocultura. Existem muitas variedades de bananas, mas as companhias que a comercializavam investiram numa só espécie.

 
Recarga de veículos elétricos foi regulamentada

Recarga de veículos elétricos foi regulamentada

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou no dia 19 de junho uma regulamentação mínima sobre a recarga de veículos elétricos por interessados na prestação desse serviço (distribuidoras, postos de combustíveis, shopping centers, empreendedores, etc.).

O objetivo da agência é reduzir a incerteza aos que desejam investir em pontos de recarga dos veículos elétricos.

Embora o mercado de carros elétricos no Brasil ainda seja inexpressivo, segundo a agência a expectativa é que a propulsão elétrica alcance posição relevante no País nos próximos dez anos.

 
Sustentabilidade: pequenas atitudes para salvar o planeta

Sustentabilidade: pequenas atitudes para salvar o planeta

Uma das palavras que você mais vai ouvir este ano no Colégio Sidarta é “sustentabilidade”. Sabe por quê? Estamos cada vez mais comprometidos em colaborar com ideias, bolar estratégias e agir de maneira ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa para garantir um futuro melhor para as crianças. Nossas ações, nesse sentido, não começaram agora, mas estão se intensificando.

Por exemplo: você sabia que, desde 2009, estamos trabalhando para diminuir o consumo de copos plástico descartáveis? A ação começou com os alunos, com incentivo para o uso de squeezes e a troca dos copos de plástico dos bebedouros pelos copos de papel reciclado. Depois, foi a vez dos professores, que ganharam, em 2015, canecas de porcelana para serem usadas na escola. Hoje, nem os copos de papel estão mais lá, pois todos têm sua garrafinha ou sua caneca.

 
Critérios de sustentabilidade da ONU Meio Ambiente orientam compra pública no Rio Grande do Sul

Critérios de sustentabilidade da ONU Meio Ambiente orientam compra pública no Rio Grande do Sul

A Advocacia-Geral da União (AGU) do Rio Grande do Sul realizou recentemente sua primeira aquisição de papel utilizando os critérios de sustentabilidade do projeto Compras Públicas Sustentáveis e Rotulagem Ambiental (SPPEL, na sigla em inglês), uma iniciativa da ONU Meio Ambiente. É a primeira vez no Brasil em que as orientações das Nações Unidas foram utilizadas.

O edital, além de especificar as características do produto, também olhou para sua cadeia de valor, considerando o processo de produção, o manejo florestal da matéria-prima e as condições de trabalho dos funcionários.

 
Conheça o carro 100% elétrico para fugir dos postos e vendido a preço ‘popular’

Conheça o carro 100% elétrico para fugir dos postos e vendido a preço ‘popular’

Com a greve dos caminhoneiros, os donos de carros movidos a GNV e a eletricidade não tiveram de se preocupar com o desabastecimento de etanol e gasolina nos postos de combustíveis. Mas enquanto a instalação do kit com gás natural é algo teoricamente acessível ao consumidor, ter um carro que recarrega na tomada ainda é uma realidade distante para a maioria esmagadora da população.

Na verdade, puramente elétrico só temos dois modelos comercializados no varejo. Um é BMW i3, que era vendido por R$ 170 mil até o início de 2017 e que retornará em junho numa versão atualizada por cerca de R$ 200 mil. E dá para contar nos dedos quantos vezes nos deparamos com uma unidade nas ruas.

O outro ainda é desconhecido no grande mercado, mas tem o preço como um dos atributos: parte de R$ 54.890 (2 lugares ) e R$ 57.890 (4 lugares), faixa de muitos carros compactos. Ou seja, é quase uma opção ‘popular’ comparado ao i3.

 
ONU Meio Ambiente e parceiros miram a poluição nos rios para reduzir o lixo marinho

ONU Meio Ambiente e parceiros miram a poluição nos rios para reduzir o lixo marinho

Agência das Nações Unidas promoveu na sexta-feira (8) duas iniciativas no Brasil para combater a poluição dos oceanos por plástico. No Amazonas, terá início o projeto “Rios Limpos para Mares Limpos”. Em Santa Catarina, os 11 municípios às margens do Rio Itajaí vão aderir à campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente.

Cerca de 80% da poluição marinha é originada em terra. Esgotos, pesticidas, metais pesados e outros poluentes são conduzidos por cursos de água doce até o litoral e causam danos à saúde das pessoas e ecossistemas. Quando se fala em lixo plástico, especificamente, 13 milhões de toneladas chegam até os oceanos a cada ano, grande parte proveniente dos rios, que transportam o lixo das cidades e do campo até a praia.

 
A sustentabilidade nossa de cada dia

A sustentabilidade nossa de cada dia

Não é de hoje que o termo sustentabilidade passou a fazer parte de nossas vidas. Antes, apenas um assunto para ambientalistas. Hoje, uma exigência nas mais diversas áreas, da gastronomia ao design de interiores. E para que ela seja possível, temos a nosso favor a tecnologia e muitas outras soluções que nos permitem gerar o menor impacto possível à natureza.

Engana-se quem acha, por exemplo, que para ter um ambiente sustentável basta colocar vaso de planta, mesa de palete ou pneu em forma de banco no ambiente. Como arquiteto, tenho, portanto, a responsabilidade de alertar isso ao cliente e de projetar empreendimentos conciliando diversos aspectos econômicos e com baixo impacto ambiental.

 
Sustentabilidade da Amazônia é fator-chave para frear mudanças climáticas

Sustentabilidade da Amazônia é fator-chave para frear mudanças climáticas

O combate ao desmatamento da Amazônia e a promoção de iniciativas de reflorestamento em larga escala visando aumentar o armazenamento de carbono na biosfera terrestre são estratégias essenciais para evitar o agravamento das mudanças climáticas, segundo avaliação feita pelos participantes da 5ª Conferência Regional sobre Mudanças Climáticas Globais na tarde de terça-feira (05/06/2018).

Realizado pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Mudanças Climáticas (NapMC-Incline), em parceria com o Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP), o evento tem o objetivo de celebrar o aniversário de 90 anos do físico José Goldemberg, presidente da FAPESP, e reconhecer sua atuação expressiva no debate sobre o papel das energias renováveis no desenvolvimento, sustentabilidade das florestas e nas negociações internacionais para o combate às mudanças no clima.

 
Ministério do Meio Ambiente oferece cursos sobre água e sustentabilidade

Ministério do Meio Ambiente oferece cursos sobre água e sustentabilidade

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) anuncia cursos sobre água e sustentabilidade, na modalidade ensino a distância. As inscrições já estão abertas e vão até 11 de abril. Os interessados devem escolher um ou mais cursos, oferecidos sem tutoria.

O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do Ministério do Meio Ambiente é o local onde o participante terá acesso aos conteúdos e às atividades interativas e avaliativas dos cursos a distância.

Outros temas, como resíduos sólidos, unidades de conservação e geoprocessamento também serão trabalhados. Pela plataforma de ensino já passaram mais de 100 mil usuários.

 
Os problemas ambientais pela falta de uma ETE

Os problemas ambientais pela falta de uma ETE

Muito se fala sobre preservação do meio ambiente nos dias de hoje, mas normas e leis que deveriam ser cumpridas, para evitar desastres ambientais de grande impacto, têm sido negligenciadas por muitas empresas.

A poluição ambiental é uma preocupação mundial e o despejo de materiais sem o tratamento devido implica na perda da qualidade de vida, incluindo problemas de saúde. Por isso, é possível perceber uma mudança de prioridade em algumas indústrias e centros urbanos, mas ainda muito longe do ideal, pois grande quantidade de efluente continua despejada de maneira irregular, sem nenhuma espécie de triagem, cuidado ou tratamento intermediário.

Mais recentemente, em fevereiro, a mineradora norueguesa Hydro Alunorte, maior refinaria de alumina no mundo, foi responsabilizada pelo vazamento de suas barragens de rejeitos de bauxita, provocando grande contaminação em diversas áreas de Barcarena, nordeste do Pará.

 
Sustentabilidade no universo da moda

Sustentabilidade no universo da moda

Um dos produtos têxteis mais poluentes que existe é o jeans, o que gera uma situação crítica e a necessidade de mudar hábitos, principalmente aqueles relacionados ao consumo. Estima-se que uma calça jeans, em sua linha de fabricação, chega a usar 11 mil litros de água. E é bem por isso que a palavra sustentabilidade ganha importância nesse mercado.

O chamado “green mood” surge de diferentes maneiras inovadoras na indústria têxtil, que começa a auxiliar o cenário futuro do jeans. As empresas têxteis são um mercado em constante transformação e têm surpreendido muito.

 
China terá superestrada solar com carga automática de carros até 2022

China terá superestrada solar com carga automática de carros até 2022

A China terá até 2022 sua primeira superestrada solar, que permitirá carregar de forma automática os veículos elétricos que circulem pelos 161 quilômetros que unirão as cidades de Hangzhou e Ningbo, no leste do país.

A estrada, de seis pistas, contará com painéis solares ao longo de todo o percurso que carregarão automaticamente os veículos elétricos e permitirá a condução autônoma, em uma tentativa de descongestionar o tráfego de outra estrada paralela, segundo informou nesta segunda-feira o jornal oficial "Global Times".

Outra novidade é que os automóveis não terão que parar para pagar os pedágios, já que o valor será abonado de forma automática através de um chip instalado neles.

 
Cuidar dos oceanos é salvar o planeta, diz especialista Sylvia Earle

Cuidar dos oceanos é salvar o planeta, diz especialista Sylvia Earle

Agora não há mais desculpas. Oitenta anos atrás, quando Sylvia Earle era uma criança dando seus primeiros passos na areia da praia, o oceano era visto como uma fonte inesgotável de recursos, grande demais para ser influenciada de alguma forma pela ação humana. Os peixes não acabariam nunca, e o lixo jogado em suas águas simplesmente seria diluído ou desapareceria para sempre no fundo do mar.

Só que não. Hoje, aos 82 anos, com mais de 7 mil horas de mergulho e dezenas de expedições científicas na bagagem, a já lendária oceanógrafa americana viaja incansavelmente pelo mundo, com a missão de apagar essa visão equivocada e abrir os olhos das pessoas para a realidade dos fatos.

“Basta olhar as evidências”, diz ela. Os impactos da ação humana no oceano são imensos. Cerca de metade dos recifes de coral da Terra já desapareceu, e cerca de 90% dos grandes peixes marinhos – animais esplendorosos como o atum-azul, o espadarte e várias espécies de tubarão – já foram extirpados do oceano pela pesca. Uma chacina equivalente à devastação das florestas e à matança de elefantes, tigres e outros animais selvagens em terra; só para citar alguns exemplos.

 
Áreas protegidas aumentam, mas falta efetividade

Áreas protegidas aumentam, mas falta efetividade

As áreas de proteção propostas para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo e para a Ilha de Trindade, com mais de 400 mil quilômetros quadrados cada uma (um território oceânico do tamanho do Paraná), se aprovadas, entrarão para a lista das 20 maiores unidades de conservação marinhas do mundo – nas posições 16.ª e 17.ª

A criação de áreas protegidas gigantes no oceano virou uma tendência mundial nos últimos anos, impulsionada pela adoção das chamadas Metas de Aichi, acordo internacional sancionado pela Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas, que prevê a proteção de pelo menos 10% das áreas costeiras e marinhas de cada país signatário até 2020. Mais de 14 milhões de km² de áreas protegidas marinhas foram criadas desde 2010, quando o acordo foi assinado, elevando a taxa de proteção global dos oceanos de 2,5% para quase 7%, segundo dados do World Database on Protected Areas.

 
Sustentabilidade na estratégia de negócios: possibilidades para o setor de construção civil

Sustentabilidade na estratégia de negócios: possibilidades para o setor de construção civil

Satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de que futuras gerações tenham suas próprias necessidades atendidas. Em 1987, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU já alertava para as diretrizes do chamado Desenvolvimento Sustentável. Essa visão antecipava o que viria a ser a Sustentabilidade aplicada à maneira como interagimos com nosso contexto cotidiano, através das relações de consumo e hábitos diários.

Visando atingir à fatia do mercado interessada em gerar menor impacto, empresas iniciaram o movimento de relampejar processos, produtos e inovações que atendessem à necessidade de seus consumidores sem perder de vista a sustentabilidade de seus próprios negócios. Um exemplo que tomou conta dos noticiários nos últimos anos foi a Tesla, que revolucionou o mercado com veículos elétricos com preços acessíveis à população. Apesar da distância entre os números de produção, venda e faturamento em comparação à produção de montadoras de veículos tradicionais, a empresa se tornou a fabricante de automóveis norte-americana mais valiosa na visão de acionistas.

 
Pesquisador destaca papel da irrigação na sustentabilidade ambiental

Pesquisador destaca papel da irrigação na sustentabilidade ambiental

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados Lineu Rodrigues disse hoje (27) que a irrigação na agricultura é uma tecnologia fundamental para alcançar a sustentabilidade ambiental e na produção de alimentos. Segundo o pesquisador, o desafio é fazer com que os produtores se apropriem dessas tecnologias para aumentar a produtividade na lavoura.

Como exemplo, Rodrigues conta que, há 20 anos, quando a produção média do milho no país era de 2 toneladas por hectare, já havia áreas irrigadas produzindo em torno de 16 toneladas por hectare. Quando se produz mais na mesa unidade de área, evita-se a necessidade de abrir mais áreas, além de se garantir produção até 2,5 vezes maior.

 
Conceito de sustentabilidade na prática

Conceito de sustentabilidade na prática

Com as consequências do aquecimento global cada vez mais presentes em nosso dia a dia, as questões climáticas deixaram de estar relacionadas apenas ao meio ambiente e passaram a ser um grande desafio no âmbito da política e da economia mundial - além, é claro, de envolver toda a sociedade. Atentos a isso e em busca de manter o aumento da temperatura média mundial abaixo de 2°C, quase 200 países assinaram, em dezembro de 2015, o Acordo de Paris.

Entre os signatários, está o Brasil, sétimo maior emissor de gases de efeito estufa (GEEs) do planeta, que tem a meta de reduzir em 37% as suas emissões até 2025. De acordo com o levantamento “Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG)”, realizado pelo Observatório do Clima (OC), o setor de Uso da Terra e da Floresta – representado, sobretudo, pelas queimadas e pelo desmatamento de biomas como a Amazônia e o Cerrado - emite 51% dos GEEs em nosso país.

 
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