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Profissões do futuro prezam áreas da saúde, bem-estar e sustentabilidade

A dúvida ao escolher qual carreira seguir é constante. Mas uma coisa é certa: o futuro profissional pertence aos que pensam no coletivo. Em pesquisa divulgada pela Fundação Instituto de Administração, com indicadores sobre empregos e profissões no Brasil e no exterior, as carreiras do futuro são apontadas. Empatia é a palavra-chave. Cuidar das pessoas, ter propósitos positivos de vida permeiam todas as áreas.

A nova forma de fazer negócio guiou a carreira de Laura Peiter, especialista de valor compartilhado da Coca-Cola Brasil. Ela se formou em engenharia ambiental e se pós graduou em marketing.

- Quando entrei na faculdade, achei que ia fazer um trabalho mais técnico, que seria voltado ao meio ambiente. E eu não tinha esse perfil. Já tinha percebido durante a faculdade que eu não queria ir pro meio do mato nem ficar em laboratório.

Ela começou a trabalhar no meio corporativo há oito anos e vê a área de sustentabilidade nas empresas como fundamental.

- A maior mudança que eu vejo era que sustentabilidade era uma área acessória, onde a gente mostrava o que a gente fazia de bom. Mas a sociedade e o mercado começaram a enxergar diferente. Tudo que você faça deve ser bom e não uma demanda pontual.

A pesquisa aponta que as relações de trabalho vão mudar, como a diminuição dos postos de trabalho formais. Isso irá aumentar o empreendedorismo, ou seja muitos profissionais terão que criar seu próprio emprego.

O coordenador do Profuturo/FIA, James Wright, considera mais possibilidades e leva em consideração as tendências sócio-econômicas.

- As profissões do futuro no Brasil são aquelas voltadas à saúde e bem-estar, em função do envelhecimento da população. As voltadas à sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades, em função da urbanização e desafios de mobilidade, poluição, moradia, e integração social. E também as ligadas à informática, automação industrial e desenvolvimento, e interoperabilidade de grandes sistemas, em função da convergência de tecnologias de informação, inteligência artificial, e operação de grandes sistemas urbanos e de gestão pública integrados nas áreas acima.

O também diretor da faculdade Fia Business School dá uma dica para quem ingressa no mercado de trabalho:

- No futuro, um bom profissional se diferenciará cada vez mais pela capacidade de aprendizagem permanente, pois o conhecimento e as informações técnicas e científicas crescem de maneira exponencial. A cada cinco anos, a maior parte do conhecimento em qualquer campo técnico torna-se, se não obsoleto, defasado.

Fonte:

Juliana Alcantara
Extra
15/01/2017