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Na COP21, organizações pedem mudança rápida para veículos zero emissões

Ministros e altos representantes da indústria, da sociedade civil e de organizações internacionais pediram uma rápida mudança para veículos zero emissões (VZE) como um componente chave da futura estratégia global contra a mudança do clima. O debate ocorreu na 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), em Paris.

Atualmente, o setor de transportes depende quase que completamente de combustíveis fósseis. Isso contribui aproximadamente com 1/4 de toda a energia relacionada às emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, que deverá crescer ainda um terço, mais rápido do que qualquer outro setor.

Liderando pelo exemplo, alguns países puseram em prática políticas para apoiar a utilização de veículos elétricos. Por exemplo, por meio de um conjunto abrangente de medidas fiscais e não fiscais, um em cada quatro carros vendidos na Noruega hoje é elétrico; enquanto na China, uma estratégia nacional de duas e três rodas, que começou há dez anos, já resultou em veículos elétricos que substituem motos a gasolina nas principais cidades - com 230 milhões de bicicletas elétricas em uso até hoje. Essas práticas precisam ser ampliadas e replicadas em todo o mundo para alcançar o impacto desejado.

O evento considerou que, já que o mundo ainda vai depender de combustíveis fósseis para fins de transporte por algum tempo, agora é a hora de começar uma mudança global para veículos sem emissões. Esses carros sem emissões estão sendo introduzidos com sucesso em diferentes segmentos de mercado – elétricos de duas rodas, carros privativos e ônibus municipais.

Ar e clima

Os participantes pediram por uma abordagem global para a adoção de veículos zero emissões, a fim de garantir o máximo de qualidade do ar e do clima. Organizações presentes no evento prometeram trabalhar em conjunto para desenvolver e coordenar tal estratégia.

Especialistas também reconheceram que esses veículos precisam ser vistos como parte de uma mudança maior rumo a um setor de transportes mais limpo que inclua um melhor planejamento das cidades, transporte público e transporte não motorizado. Um relatório recente da Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, a cada ano, sete milhões de pessoas morrem prematuramente devido à poluição do ar, cerca de metade proveniente da poluição externa.

Fonte:

Redação
EcoD
11/12/2015