.

.

.

Pesquise no Site

Boletim Sustentável

Preencha seu e-mail abaixo para receber nossa newsletter:

.

.

FAO firma parceria com o Google na luta contra a mudança climática

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) firmou na terça-feira, 1º de dezembro, uma parceria com a empresa Google Maps, com a meta de ajudar os países que combatem a mudança climática.

Segundo a FAO, a tecnologia digital utilizada nas imagens de satélite está causando uma revolução na maneira como os países podem acessar, monitorar e planejar o uso de seus recursos naturais. As imagens de satélite ajudam também a monitorar o desmatamento e a desertificação.

A parceria entre FAO e Google foi firmada em Paris, durante a COP21. O diretor-geral da agência da ONU declarou se tratar de uma "aliança estratégica". Segundo o brasileiro José Graziano da Silva, a iniciativa combina o esforço da FAO de combater a mudança climática com o compromisso do Google em ajudar com dados científicos.

A parceria vai durar três anos, buscando ampliar o acesso a ferramentas digitais fáceis de usar. O Google Maps vai fornecer 1,2 mil credenciais para que funcionários da FAO e parceiros possam utilizar a Ferramenta Google Earth, além de dar treinamento aos usuários.

Monitoramento
A FAO vai treinar funcionários e especialistas em vários países, para que aprendam a utilizar softwares que utilizam a tecnologia Google. Assim, será mais fácil colher dados e monitorar secas e a produtividade agrícola, por exemplo.

Na abertura da COP21, na segunda-feira (30), o diretor-geral da agência da ONU lembrou que os impactos da mudança climática afetam principalmente os mais pobres e os que sofrem com a fome. José Graziano da Silva pediu aos líderes mundiais para serem "corajosos e resilientes" e que optem por mudanças que promovam um mundo mais seguro, justo e inclusivo.

Um estudo recente divulgado pela FAO mostra que nos países em desenvolvimento, 25% dos impactos causados por desastres naturais afetam os setores agrícola, pesqueiro, pecuário e de florestas.


Fonte:

Redação
EcoD
02/12/2015