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Educação e Sustentabilidade

Educação e Sustentabilidade

A fragilidade da natureza é mais uma das crenças arrogantes e autocentradas da espécie humana; a Terra nos precede de bilhões de anos, e estará aqui quando não estivermos mais. Nossa capacidade de destruição é imensa, proporcional à estupidez: podemos, sim, arrasar montanhas, criar ilhas de garrafas plásticas nos mares, desmatar sem qualquer limite, envenenar rios e o próprio ar, podemos até aniquilar outras espécies.

Se prosseguirmos nessa loucura destruiremos nosso habitat e a nós mesmos, moral e materialmente; e uns poucos séculos depois disso, planeta estará recuperado, porém não mais para nós.

Felizmente para a humanidade o alarme parece ter soado, a consciência ambiental e a necessidade de buscar formas sustentáveis de desenvolvimento têm ocupado o pensamento, e algumas ações, de inúmeras instituições nas últimas décadas.

 
Sustentabilidade é um tripé que envolve muito mais que meio ambiente

Sustentabilidade é um tripé que envolve muito mais que meio ambiente

Sustentabilidade é a tendência da nova economia. Não se trata de uma onda ou moda, que passa, mas que permanecerá. As ações de cada indivíduo hoje, refletem no mundo e o que consome é porque alguma indústria produziu. Desse modo, para que os negócios continuem crescendo, gerando emprego e renda precisam se adequar as práticas sustentáveis. O assunto foi destaque na última palestra promovida pelo Sebrae/MT e Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP), no Espaço do Saber da Feira Internacional do Pantanal, no sábado (22.04).  A programação da Fit começou no dia 20 e termina neste domingo (23.04), abordando o tema ‘Turismo sustentável para o desenvolvimento’.

Quem mais sofre nesse contexto são os micros e pequenos empreendedores que representam 99% dos negócios no Brasil, pois tem dificuldades de recursos para gerenciar os riscos, muitos deles causados pelo desperdício ou mau uso dos recursos hídricos e de energia. Os segmentos que usam a água como matéria prima são os mais afetados.

 
Sustentabilidade e as melhorias administrativas na cadeia de suprimentos e estoques

Sustentabilidade e as melhorias administrativas na cadeia de suprimentos e estoques

Com a globalização, a reengenharia disruptiva, o aumento da competição e a pressão para redução de custos, as empresas se viram obrigadas a buscar novas alternativas e estratégias dentro das organizações para se manterem saudáveis e ativas no mercado. Dentro deste cenário verificou-se um aumento de cerca de 61% das empresas de médio e pequeno porte investindo na área ambiental nos últimos 3 anos.

Vários fatores são apontados para explicar esse fato e o principal deles são os ganhos financeiros que as empresas alcançaram após a implantação de práticas de sustentabilidade. Mas eu diria que este é só o fator atrativo para o negócio. Após sua implementação, a sustentabilidade, vista como uma “válvula de escape” para a economia, passa a ter papel essencial para as empresas.

 
Estratégias de sustentabilidade: o empoderamento do Triple Bottom Line

Estratégias de sustentabilidade: o empoderamento do Triple Bottom Line

Você pode não acreditar mas dados mostram que no ano de 2014 de cada 6 dólares investidos, 1 dólar foi destinado para algum tipo de negócio sustentável. Dois anos antes esse valor era de 1 a cada 9.

Em 2015 cerca de 6,57 trilhões de ações sob o gerenciamento americano tinham como foco a responsabilidade social, ou um foco na linha de fundo triplo (Triple Bottom-Line). Globalmente, mais de 22% das ações são administradas usando alguma forma de estratégia de investimento sustentável. Atualmente a Europa continua a ser a maior base de ativos socialmente responsáveis.

Mas afinal, o que é Linha de Fundo Triplo ou Triple Bottom-Line?

 
Profissões do futuro prezam áreas da saúde, bem-estar e sustentabilidade

Profissões do futuro prezam áreas da saúde, bem-estar e sustentabilidade

A dúvida ao escolher qual carreira seguir é constante. Mas uma coisa é certa: o futuro profissional pertence aos que pensam no coletivo. Em pesquisa divulgada pela Fundação Instituto de Administração, com indicadores sobre empregos e profissões no Brasil e no exterior, as carreiras do futuro são apontadas. Empatia é a palavra-chave. Cuidar das pessoas, ter propósitos positivos de vida permeiam todas as áreas.

A nova forma de fazer negócio guiou a carreira de Laura Peiter, especialista de valor compartilhado da Coca-Cola Brasil. Ela se formou em engenharia ambiental e se pós graduou em marketing.

- Quando entrei na faculdade, achei que ia fazer um trabalho mais técnico, que seria voltado ao meio ambiente. E eu não tinha esse perfil. Já tinha percebido durante a faculdade que eu não queria ir pro meio do mato nem ficar em laboratório.

 
Desperdício de alimentos pode impedir sustentabilidade urbana

Desperdício de alimentos pode impedir sustentabilidade urbana

A concentração em núcleos urbanos tem servido de estímulo para o desenvolvimento de novas tecnologias e processos que facilitem a vida das pessoas. No século 19, previsões futuristas afirmavam que ao final do século 20 as pessoas nas cidades se alimentariam com pílulas e comidas sintéticas, assegurando que a agricultura se tornaria obsoleta.

Os prognósticos, obviamente, não se confirmaram. Ao contrário: a explosão populacional urbana, a volatilidade climática, e o aumento do desperdício de comida, segundo relatório do "Chicago Council on Global Affairs", obrigarão a aumentar de 90% a 105% a produção mundial de alimentos.

Alimentar a população urbana se tornou um desafio crítico.

 
Painéis solares residenciais associam vantagens econômicas à sustentabilidade

Painéis solares residenciais associam vantagens econômicas à sustentabilidade

A instalação de painéis residenciais de captação de energia solar é uma opção de investimento que permite economia na conta de luz e independência das distribuidoras de eletricidade. O sistema fica em R$ 16 mil, segundo a coordenadora da campanha de Energias Renováveis da organização não governamental (ONG) Greenpeace, Bárbara Rubim.

“É um valor alto, se a pessoa tiver que fazer esse investimento à vista. Mas é um investimento que vai se pagar em uma média de sete anos e gerar retorno para a pessoa. É um investimento que você está fazendo no seu imóvel”, ressaltou Bárbara em entrevista à Agência Brasil.

 
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