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Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante um evento aberto em Toronto, o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

 
Extinção de reserva é "ataque à Amazônia", dizem ativistas

Extinção de reserva é  ataque à Amazônia , dizem ativistas

A decisão do governo brasileiro de abrir uma reserva na Amazônia maior que o território da Dinamarca para exploração mineral, anunciada nesta semana, atraiu críticas afiadas de ambientalistas. Eles alertam para o possível aumento do desmatamento, conflitos fundiários e ameaça à biodiversidade.

A extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), localizada na divisa entre o sul e sudoeste do Amapá com o noroeste do Pará, foi alvo de denúncias de organizações como WWF Brasil, Amazon Watch e da modelo Gisele Bündchen.

Bündchen publicou uma imagem em seu Twitter convocando os brasileiros a dizerem não ao abrandamento da proteção da Amazônia e a "mostrar ao governo que não estamos de acordo com o fatiamento da Amazônia para exploração".

 
Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

O ar poluído faz com que os hormônios do estresse aumentem, sugere uma nova pesquisa, o que poderia ajudar a explicar por que a exposição a longo prazo à poluição está associada a doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e, no geral, a uma vida mais curta.

Equipe do pesquisador Haidong Kan, da Universidade Fudan, na China, analisou efeitos de pequenas partículas com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro que podem ser inaladas e alojadas nos pulmões .

O novo estudo, publicado em agosto no periódico "Circulation", incluiu 55 estudantes universitários saudáveis em Xangai, uma cidade com níveis de poluição na faixa média em comparação com outras cidades chinesas, de acordo com Kan.

Pesquisadores colocaram purificadores de ar no dormitório de cada aluno por nove dias. Após um período de 12 dias durante o qual os filtros foram removidos, outro teste foi realizado. Nessa nova etapa, o grupo foi dividido um dois: um que recebeu filtros funcionais e outro que recebeu filtros que não funcionavam.

 
Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Uma técnica de plantar, que diminui as necessidades de irrigação e adubação das plantas para quem tem pouco tempo para cuidar de pequenas hortas urbanas, está tendo boa receptividade em São Paulo. Trata-se da técnica do cultivo em palha, que além das vantagens acima possibilita deixar os recipientes das plantas mais leve, podendo ser deslocado facilmente.

Numa oficina realizada este final de semana no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, o público pôde conhecer essa nova forma de plantar. “É uma técnica muito interessante, de baixa manutenção. A palha é um material que consegue reter bastante umidade, e que não requer rega diária. Além disso, por ser uma matéria orgânica, que entra em decomposição junto com o composto orgânico, diminui muito a manutenção da adubação também”, explicou Julhiana Costal, permacultora do ArboreSer, espaço agroecológico que dissemina práticas de plantio.

 
Demanda por capacitação em energia solar cresce no Brasil

Demanda por capacitação em energia solar cresce no Brasil

A energia solar fotovoltaica vem apresentando crescimentos expressivos e contínuos em todo o mundo. Segundo projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a geração de energia solar fotovoltaica no Brasil atingirá 1.000 megawatts (MW) de capacidade instalada até o final deste ano. Este crescimento 325% maior que a capacidade atual, que é de 235 MW, contribui diretamente para o aumento de empregos em toda cadeia produtiva, mas este setor, apesar de promissor, ainda sofre com a falta de profissionais qualificados.

Para Pedro Pintão, sócio-diretor da NeoSolar Energia, empresa paulista pioneira no setor de energia solar, isto ocorre por se tratar de um mercado relativamente jovem e que tem necessidade de expansão imediata. “No Brasil, a demanda é gigante, e a mão de obra quase inexistente”, afirma.

 
O que falta para o Brasil ser a maior potência em energia solar?

O que falta para o Brasil ser a maior potência em energia solar?

Consciência ecológica já era algo que não faltava a Luiz Alberto Vilalva, policial ambiental em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Seu trabalho cotidiano é atuar para preservar e evitar danos ao meio ambiente. Como uma coisa puxa a outra, Luiz Alberto queria fazer mais e uma ideia, a princípio óbvia, seria a utilização da energia solar.

“Em casa somos sete pessoas, eu, minha esposa, minha mãe e quatro filhos, todos consumindo muita energia”. Filhos com idades variando de 16 a 22 anos quando estão em casa, certamente utilizam uma grande quantidade de equipamentos. Isso para não falar em seis aparelhos de ar condicionado que permanecem quase o tempo todo ligados.

Apesar de parecer uma solução simples pelo potencial energético da ensolarada cidade do Centro-Oeste brasileiro, os preços não eram convidativos. “Comecei pesquisar seis meses antes, pois os preços eram iguais aos de um carro”. Mas em novembro do ano passado Luiz Alberto decidiu contratar um projeto da NeoSolar Energia filial de Campo Grande e instalar 15 placas fotovoltaicas no telhado de sua casa.

 
É urgente reverter o golpe contra o meio ambiente no Brasil

É urgente reverter o golpe contra o meio ambiente no Brasil

O verão no hemisfério norte no ano de 1988, ano da promulgação da Constituição cidadã no Brasil, foi especialmente quente e as queimadas que ocorreram na Amazônia também naquele ano mereceram destaque especial: tratava-se de um fenômeno em princípio local, mas com conseqüências globais, pelos efeitos sobre as mudanças climáticas e pela destruição da biodiversidade. Esses acontecimentos, de certo modo, convenceram a opinião pública de que o efeito estufa não era apenas teórico.

Ainda em 1988, James Hansen, climatologista da NASA prestou um importante testemunho junto ao Senado norte-americano, chamando atenção para o fato de que o planeta estava sofrendo um aquecimento inexorável, como conseqüência das fortes emissões de gases de efeito estufa. Nessa época, ainda não se falava em aquecimento global, porém muitos cientistas, inclusive brasileiros, já trabalhavam com essa ideia.

 
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