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Governo zera imposto de importação para carro elétrico e a hidrogênio

Governo zera imposto de importação para carro elétrico e a hidrogênio

O governo federal zerou o Imposto de Importação para automóveis movidos unicamente a eletricidade ou hidrogênio, que tinham alíquota de 35%. A resolução foi publicada na terça-feira (27/10) pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) no Diário Oficial da União.
A medida em vigor exige autonomia de pelo menos 80 quilômetros com uma carga. Serão beneficiadas unidades importadas, desmontadas ou semidesmontadas.

Além disso, os modelos híbridos, que trabalham com propulsor elétrico aliado a outro tradicional a combustão, continuarão com alíquota entre zero e 7%, dependendo da cilindrada e da eficiência energética.

A Camex já havia reduzido o tributo dos veículos híbridos sem tecnologia de recarga externa (com motor a combustão) em setembro do ano passado. A novidade agora é ampliação para os híbridos com recarga na tomada. Os modelos híbridos com incentivo fiscal podem levar até 6 pessoas e não podem ultrapassar 3.0 litros do motor a combustão.

 
Adesão de brasileiros a energia solar e eólica ultrapassa marca de 1.000 conexões

Adesão de brasileiros a energia solar e eólica ultrapassa marca de 1.000 conexões

A geração distribuída de energia superou em outubro a marca de 1.000 adesões de consumidores. Ao todo, são 1.125 conexões no País que representam potência instalada de 13,1 megawatts (MW). A fonte mais utilizada pelos consumidores é a solar com 1.074 adesões, seguida da eólica com 30 instalações, de acordo com informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Veja o gráfico que apresenta o número de conexões por fonte e tabela que apresenta a potência instalada desses geradores em quilowatts (kW).

Atualmente, o estado que possui mais micro e minigeradores é Minas Gerais com 213 conexões, seguido de Rio de Janeiro com 110 e Rio Grande do Sul com 109. Veja aqui.

 
Renováveis responderão por 26% da energia mundial até 2020

Renováveis responderão por 26% da energia mundial até 2020

As fontes renováveis serão as grandes responsáveis pelo aumento da capacidade energética global até 2020, segundo relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) divulgado em outubro. Elas responderão por dois terços de todo o aumento previsto para esse período. O levantamento foi apresentado a ministros de energia dos países que compõem o G20 – como Brasil, Argentina, China, Japão, Estados Unidos e União Europeia.

A projeção é que, nos próximos cinco anos, as fontes renováveis acrescentem ao sistema 700 gigawatts (GW) – número que, segundo o órgão, equivale a mais que o dobro da atual capacidade energética do Japão. Vale ressaltar que mais da metade desse aumento não virá das hidrelétricas, mas de parques eólicos (que aproveitam a força dos ventos para gerar eletricidade), e de usinas fotovoltaicas (que usam a luz do sol).

 
11 documentários para construir um novo olhar sobre a questão ambiental

11 documentários para construir um novo olhar sobre a questão ambiental

Como dizia o ditado, "uma imagem vale mais do que mil palavras”. Documentários, apesar de terem a premissa de retratarem a "realidade", também são filmes e, portanto, construções audiovisuais que a mostram a partir de certos pontos de vista. Mesmo assim, eles podem ter o poder de sensibilizar o espectador ao mesmo tempo em que informam. O poder da imagem e a combinação com uma boa direção podem fazer com que as pessoas percebam a dimensão de questões que não aparecem tanto no dia a dia.

Às vezes, matérias de sites e jornais não mostram, por exemplo, os efeitos de ações não amigáveis ao meio ambiente de forma sensorial; mas após ouvir e assistir ao impactante conjunto de sons e imagens, é difícil não se sentir mais envolvido com a causa. Se você tem interesse em mudar sua postura, um bom início é ter contato com esse universo de boas produções que também podem ser informativas.

 
Quais são os impactos ambientais de um smartphone?

Quais são os impactos ambientais de um smartphone?

O smartphone (telefone inteligente, em tradução livre) é um aparelho celular que faz uso de um sistema operacional (OS) - esse sistema permite que o item exerça distintas funções por meio de programas ou aplicativos (apps), algo que era comum apenas em computadores. O pequeno aparelho tem revolucionado a vida de muitas pessoas, pois não importa em que local o usuário esteja (casa, trabalho, rua, praia), o usuário sempre poderá se conectar com o mundo e executar uma infinidade de tarefas complexas com a ponta de seus dedos.

O smartphone se tornou um bem de uso "essencial" para muitos que necessitam fazer ligações, enviar mensagens de texto, jogar diversos games, assistir a filmes e seriados, procurar rotas por meio do GPS, elaborar planilhas, acessar sites, ler noticias, entre outras funcionalidades.

 
Aplicativo vai facilitar os deslocamentos de quem não tem carro em São Paulo

Aplicativo vai facilitar os deslocamentos de quem não tem carro em São Paulo

O aplicativo SP sem Carro foi lançado na quarta-feira, 28 de outubro, no Instituto de Engenharia, na capital paulista, e é inspirado no aplicativo de trânsito e navegação para carros Waze. Mas, em vez de facilitar a vida do motorista, a nova ferramenta é dedicada para quem não tem carro, orientando-o em seus deslocamentos pela cidade, sejam eles feitos a pé, de bicicleta, ônibus, metrô e táxi. O aplicativo calcula o tempo do percurso, oferece opções de caminhos e estima o valor das tarifas dos serviços pagos.

 
Transição para economia de baixo carbono custará US$ 3 trilhões, estimam especialistas

Transição para economia de baixo carbono custará US$ 3 trilhões, estimam especialistas

Quanto custará a transição para uma economia global de baixo carbono? Segundo estudiosos do clima de todo o mundo o investimento é de US$ 3 trilhões por ano, sendo US$ 1 trilhão apenas no setor de energia. A estimativa foi debatida na terça-feira, 27 de outubro, no seminário The Rio Climate Challenge - Rio Clima 2015, que teve nesta terceira edição o tema Transição para economias de baixo carbono.

No evento, que é preparatório para a Conferência do Clima das Nações Unidas (COP21) - marcada para o período de 30 de novembro a 11 de dezembro, em Paris - os debates foram fechados ao público. Participaram do encontro especialistas do Brasil, França e Estados Unidos.

 
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