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Grupo espalha mudas pela cidade

Grupo espalha mudas pela cidade

SÃO PAULO - Foi depois de ver a única árvore da rua morrer por uma poda drástica e grosseira, um pau-ferro que vivia em frente da sua casa, que o advogado Danilo Bifone, de 41 anos, deu o primeiro passo para o que se tornaria sua missão de vida.

Morador da Mooca, na zona leste, uma das áreas com menor cobertura vegetal de São Paulo, ele decidiu que precisava ajudar a cidade a ser mais verde para se tornar melhor. Ele então plantou duas árvores no lugar do finado pau-ferro. De lá para cá, estima, devem ter sido mais de 20 mil.

“Era uma coisa meio subversiva. Eu saia à noite, às escondidas, plantando na frente de imóveis que estavam para alugar, achando que estava fazendo uma coisa proibida. Até descobrir que para plantar em calçada não é necessária nenhuma autorização. Seguindo o que manda o manual técnico de arborização urbana da Prefeitura, todo mundo pode”, diz.

 
Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

O Cerrado teve, em 2015, uma taxa de desmatamento 52% superior à detectada na Amazônia. O bioma de árvores baixas e retorcidas, onde nascem alguns dos principais rios do País, perdeu naquele ano 9.483 km2, ou seis vezes a área da cidade de São Paulo, contra 6.207 km2 na Amazônia no mesmo período.

O dado oficial do governo federal, que foi divulgado nesta semana no site do Ministério do Meio Ambiente sem alarde, é o primeiro do monitoramento do bioma que começou a ser feito no ano passado e que, assim como ocorre com a Amazônia, será anual. Ainda não há uma série histórica completa, mas o levantamento indica uma queda nos últimos anos, em especial em relação a 2009, quando a perda foi de 10.342 km2.

 
Sul tem melhor Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana

Sul tem melhor Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana

O Islu nos municípios. Melhores índices em verde escuro: 0,744 a 0,661; índices medianos em verde claro: de 0,660 a 0,573; índices baixos (abaixo de 0,573) e cidades sem dados no Snis em vermelho

O sul do país mantém a melhor média –0,697– no Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana (Islu). A cidade de Maringá (PR), obteve a melhor pontuação e 70% dos municípios da região Sul estão entre os 50 mais bem colocados na análise elaborada pelo Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e pela PwC.

Os municípios da região Norte ocupam as 20 piores posições do Islu entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. Capitais como Belém (PA), Manaus (AM), Rio Branco (AC), Porto Velho (RR) e Teresina (PI), obtiveram alguns dos piores índices.

Os dados fazem parte de uma prévia da segunda edição do Islu, que será lançado integralmente no segundo semestre. O índice avaliou 3.049 municípios que disponibilizam seus dados de 2015 no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis). Segundo essa base de dados, 17 milhões de brasileiros não têm acesso aos serviços de coleta de lixo.

 
Entenda como os robôs podem ajudar a melhorar o meio ambiente

Entenda como os robôs podem ajudar a melhorar o meio ambiente

Muita gente ainda tem dificuldades na hora de separar materiais para reciclagem, sem saber se um material pode ou não ser reutilizado e como fazer isso.

Para ajudar nessas questões, a AMP Robotics desenvolveu o Clarke, um robô capaz de reconhecer e classificar materiais diversos, que funciona como um braço robótico que separa o lixo em alta velocidade. Ele usa uma câmera para reconhecer, em seu sistema, materiais como caixas de papelão, plástico, papel e itens que não podem ser reciclados.

 
Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

O Canadá é o país do G7 que menos protege o seu espaço natural e suas gigantescas reservas de água, apesar de seus compromissos com a ONU, assegurou nesta segunda-feira uma organização de defesa do meio ambiente.

“Com apenas 10,6% de seu território atualmente protegido, o Canadá está abaixo da media mundial de 15%”, o que o torna o pior dos países ricos nesse contexto, de acordo com a Sociedade para a Natureza e os Parques do Canadá (SNAP).

De acordo com os cálculos desta ONG, a Alemanha (38%), o Reino Unido (28%) e a França (26%) estão na liderança da preservação de sua superfície.

O Canadá se comprometeu em 2010 a proteger até 2020 pelo menos 17% de suas terras e água.

 
Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira (13).

"Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

"Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".

 
Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Ubiratan Surui aponta para o mapa em um monitor na sede do escritório do Google em São Paulo e, com impressionante grau de detalhes, vai revelando os segredos da terra onde vive em plena floresta amazônica. “Aqui ficam os melhores pontos para coleta de castanha, ali é onde aparecem mais onças, aquelas são as melhores áreas para caçar e pescar, neste outro ponto foi onde aconteceu o primeiro contato com brancos”, conta a EXAME.com.

Diferentemente de seus antepassados e dos indígenas mais velhos do povo Surui, verdadeiras enciclopédias de conhecimento tradicional, Ubiratan usa tecnologia de geolocalização para preservar a cultura do seu povo, promover conhecimento entre os mais jovens e monitorar ameaças às fronteiras de sua terra. “Muita gente diz que a introdução da tecnologia na cultura indígena é negativa, mas nós estamos utilizando a tecnologia a nosso favor e também divulgando nossa realidade para o mundo”, afirma.

 
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