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Boletim Sustentável

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Áreas protegidas aumentam, mas falta efetividade

Áreas protegidas aumentam, mas falta efetividade

As áreas de proteção propostas para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo e para a Ilha de Trindade, com mais de 400 mil quilômetros quadrados cada uma (um território oceânico do tamanho do Paraná), se aprovadas, entrarão para a lista das 20 maiores unidades de conservação marinhas do mundo – nas posições 16.ª e 17.ª

A criação de áreas protegidas gigantes no oceano virou uma tendência mundial nos últimos anos, impulsionada pela adoção das chamadas Metas de Aichi, acordo internacional sancionado pela Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas, que prevê a proteção de pelo menos 10% das áreas costeiras e marinhas de cada país signatário até 2020. Mais de 14 milhões de km² de áreas protegidas marinhas foram criadas desde 2010, quando o acordo foi assinado, elevando a taxa de proteção global dos oceanos de 2,5% para quase 7%, segundo dados do World Database on Protected Areas.

 
Sustentabilidade na estratégia de negócios: possibilidades para o setor de construção civil

Sustentabilidade na estratégia de negócios: possibilidades para o setor de construção civil

Satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de que futuras gerações tenham suas próprias necessidades atendidas. Em 1987, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU já alertava para as diretrizes do chamado Desenvolvimento Sustentável. Essa visão antecipava o que viria a ser a Sustentabilidade aplicada à maneira como interagimos com nosso contexto cotidiano, através das relações de consumo e hábitos diários.

Visando atingir à fatia do mercado interessada em gerar menor impacto, empresas iniciaram o movimento de relampejar processos, produtos e inovações que atendessem à necessidade de seus consumidores sem perder de vista a sustentabilidade de seus próprios negócios. Um exemplo que tomou conta dos noticiários nos últimos anos foi a Tesla, que revolucionou o mercado com veículos elétricos com preços acessíveis à população. Apesar da distância entre os números de produção, venda e faturamento em comparação à produção de montadoras de veículos tradicionais, a empresa se tornou a fabricante de automóveis norte-americana mais valiosa na visão de acionistas.

 
Pesquisador destaca papel da irrigação na sustentabilidade ambiental

Pesquisador destaca papel da irrigação na sustentabilidade ambiental

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados Lineu Rodrigues disse hoje (27) que a irrigação na agricultura é uma tecnologia fundamental para alcançar a sustentabilidade ambiental e na produção de alimentos. Segundo o pesquisador, o desafio é fazer com que os produtores se apropriem dessas tecnologias para aumentar a produtividade na lavoura.

Como exemplo, Rodrigues conta que, há 20 anos, quando a produção média do milho no país era de 2 toneladas por hectare, já havia áreas irrigadas produzindo em torno de 16 toneladas por hectare. Quando se produz mais na mesa unidade de área, evita-se a necessidade de abrir mais áreas, além de se garantir produção até 2,5 vezes maior.

 
Conceito de sustentabilidade na prática

Conceito de sustentabilidade na prática

Com as consequências do aquecimento global cada vez mais presentes em nosso dia a dia, as questões climáticas deixaram de estar relacionadas apenas ao meio ambiente e passaram a ser um grande desafio no âmbito da política e da economia mundial - além, é claro, de envolver toda a sociedade. Atentos a isso e em busca de manter o aumento da temperatura média mundial abaixo de 2°C, quase 200 países assinaram, em dezembro de 2015, o Acordo de Paris.

Entre os signatários, está o Brasil, sétimo maior emissor de gases de efeito estufa (GEEs) do planeta, que tem a meta de reduzir em 37% as suas emissões até 2025. De acordo com o levantamento “Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG)”, realizado pelo Observatório do Clima (OC), o setor de Uso da Terra e da Floresta – representado, sobretudo, pelas queimadas e pelo desmatamento de biomas como a Amazônia e o Cerrado - emite 51% dos GEEs em nosso país.

 
Campus Sorocaba da UFSCar oferece MBA em Gestão Ambiental e Sustentabilidade

Campus Sorocaba da UFSCar oferece MBA em Gestão Ambiental e Sustentabilidade

O curso de especialização Master in Business Administration (MBA) em Gestão Ambiental e Sustentabilidade do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas para a formação de nova turma, com início neste primeiro semestre de 2018. O objetivo do MBA é compartilhar conhecimentos em gestão tendo como foco a sustentabilidade, uma vez que a demanda contemporânea por produtos e serviços que utilizam recursos naturais exige uma responsabilidade socioambiental cada vez maior das instituições públicas e privadas e dos profissionais que nelas atuam.

O curso oferece disciplinas com tópicos em Economia, certificação e licenciamento ambiental, planejamento ambiental participativo, gestão de recursos, gestão de projetos e negócios, dentre outros. O corpo docente é formado por professores da UFSCar que atuam na área de sustentabilidade, além de outros especialistas e profissionais com reconhecida competência no setor.

 
Sustentabilidade do alumínio diminui desemprego e incentiva a reciclagem

Sustentabilidade do alumínio diminui desemprego e incentiva a reciclagem

O alumínio é usado na maioria dos itens do dia a dia, está presente em janelas, equipamentos tecnológicos, na indústria metalúrgica, alimentar, farmacêutica, além de ser usado em outros objetos por ser uma material maleável e resistente a corrosão. Devido sua abundância na natureza, encontrado em rochas, argila, minerais, solo e granitos, o ser humano aproveita para usá-lo da melhor maneira para facilitar seu cotidiano. Além de ser fácil achar, esse material é um produto sustentável.

Há pouco anos, as Nações Unidas criaram um programa que incentiva empresas para que produzam materiais sustentáveis com baixa emissão de carbono, previnam perdas na biodiversidade e que suas linhas de produção fizessem o mesmo.

 
Quais os principais benefícios dos relatórios de sustentabilidade para as empresas?

Quais os principais benefícios dos relatórios de sustentabilidade para as empresas?

Um bom relatório de sustentabilidade, construído dentro de regras claras, como as do Global Reporting Iniciative (GRI), é um diferencial importante para a análise da posição da empresa em seu mercado, além de ser um fator de valorização de suas ações. É também um bom instrumento de prestação de contas à sociedade, mas é, principalmente, uma excelente ferramenta que reflete a reputação de uma organização.

A pesquisa Relate ou Explique para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2017, divulgada pela empresa B3, aponta que do total de 443 empresas listadas, 147, ou seja, 33%, responderam à pesquisa, das quais apenas 13% fazem o relatório usando os critérios ODS. O estudo faz parte dos esforços da B3 para estimular as empresas listadas a publicar relatórios de sustentabilidade ou integrado os conceitos ODS, um conjunto de 17 objetivos globais definidos em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 
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