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Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Rondônia e Amazonas — Escondidos no meio da floresta amazônica, nove agentes de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) aguardam o momento certo para uma emboscada. É noite, e quem garante a segurança do grupo na escuridão da mata são dez policiais que levam a tiracolo fuzis do tipo 762. O objetivo é pegar em flagrante pessoas que exploram ilegalmente a madeira da região. Ainda sob a luz do dia, as provas do crime já haviam sido encontradas: um caminhão carregado de madeira de lei e um trator deixados às pressas para trás quando os criminosos perceberam a presença dos fiscais federais — que chegaram de helicóptero à área de difícil acesso por terra.

Depois de o grupo caminhar sem sucesso por mais de 4 horas na floresta à procura desses madeireiros, a estratégia foi esperar que a carga do caminhão — cinco toras de angelim, árvore utilizada na confecção de móveis e na construção civil — motivasse a volta dos infratores durante a noite. O raciocínio foi certeiro. Na madrugada do dia 29 de abril, três homens tentaram mover o caminhão de um atoleiro no meio da floresta.

 
Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Quando praticamos exercícios físicos, nosso corpo aumenta a frequência cardíaca e respiramos mais que em estado de repouso. Por isso, quando nos exercitamos em locais públicos nas cidades, inalamos uma quantidade muito maior de poluição e prejudicamos nossos pulmões.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% da população urbana mundial está exposta a níveis de poluição acima do prejudicial para o corpo humano. Entre as cidades mais poluídas, as do Oriente Médio e o leste asiático são algumas das piores.

E foi visitando a China, país que vem reduzindo gradativamente seu tradicional uso de bicicletas como meio de transporte e substituindo pelos carros, que o designer de inovações sustentáveis holandês, Daan Roosegaarde, teve a ideia de desenvolver uma bicicleta que proteja seus usuários da exposição excessiva às micropartículas nocivas.

 
Esta parede de musgo tem muita fome de poluição — muita mesmo

Esta parede de musgo tem muita fome de poluição — muita mesmo

A cada ano, mais de quatro milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas da poluição do ar. Não é fácil fugir dela: segundo a ONU, nove em cada dez pessoas vivem em áreas com níveis nocivos de poluentes à saúde.

As soluções para combater esse problema passam pela redução das emissões do setor de transporte e de produção de energia, e pelo aumento da infraestrutura verde das cidades, plantando mais árvores, por exemplo.

Atenta ao desafio, uma startup alemã propõe uma solução, no mínimo, curiosa: um mobiliário urbano que combina o poder da biologia das plantas e da tecnologia para criar uma “super árvore” capaz de limpar a atmosfera.

 
Na contramão do Acordo de Paris, países do G20 destinam quatro vezes mais recursos públicos para combustíveis poluidores

Na contramão do Acordo de Paris, países do G20 destinam quatro vezes mais recursos públicos para combustíveis poluidores

“Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” parece ser o lema dos países do G20, que terão um encontro de cúpula no final desta semana em Hamburgo, na Alemanha. Um relatório divulgado na quarta-feira, 5 de julho, revela que, todos os anos, as 20 maiores economias do planeta destinam quase quatro vezes mais recursos financeiros públicos para combustíveis fósseis do que para energia limpa.

No total, o financiamento público dos países do G20 para combustíveis fósseis atingiu uma média de US$ 71,8 bilhões ao ano. Entre 2013 e 2015 (período coberto pelo estudo) foram US$ 215,3 bilhões que favoreceram petróleo, gás e carvão. Quase dois anos depois do histórico Acordo de Paris, 50% de todas as finanças públicas do G20 para energia ainda são destinadas para produção de petróleo e gás.

 
EUA se isolam sobre questão climática no G-20

EUA se isolam sobre questão climática no G-20

Líderes das principais economias do mundo romperam com o presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a política climática na cúpula do G20 no sábado, em uma rara admissão pública de desacordo e um golpe para cooperação mundial.

A chanceler alemã Angela Merkel, ansiosa por mostrar suas habilidades como mediadora dois meses antes da eleição alemã, conquistou seu objetivo primário na reunião em Hamburgo, convencendo os demais líderes a apoiar um comunicado único com promessas sobre comércio, finanças, energia e África.

No entanto, a divisão entre Trump, eleito sob a promessa de colocar os Estados Unidos em primeiro lugar, e os demais 19 membros do grupo, incluindo países tão diversos como Japão, Arábia Saudita e Argentina, foi dura.

 
Com muitos temas e divergências, qual o objetivo do G20?

Com muitos temas e divergências, qual o objetivo do G20?

“O G20 precisa mostrar que está junto”, escreveu a chanceler alemã, Angela Merkel, na carta de apresentação desta edição do encontro. Apesar das altas expectativas, a verdade é que a reunião não é capaz de, em um passe de mágica, solucionar os problemas do mundo em 48 horas.

Antes mesmo da chegada a Hamburgo, cada líder já tinha uma pauta a trazer: Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, clamou por atenção à situação dos refugiados; a chanceler alemã, Angela Merkel, e o grupo dos europeus querem que Trump volte atrás em sua participação no acordo climático de Paris.

 
Captação de água da chuva economiza 60 mil litros por ano

Captação de água da chuva economiza 60 mil litros por ano

O professor Eduardo Simões, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveu e instalou em sua casa um sistema inteligente de automação residencial para aproveitar a água da chuva. Com capacidade de armazenamento de 5 mil litros, o sistema tem como principal inovação o duplo reúso: é possível encher a banheira com a água da chuva aquecida por aquecedor solar e, após o banho, uma canalização leva a água do ralo da banheira para os sprinklers (dispositivos de irrigação) do jardim. A instalação do sistema teve custo aproximado de R$ 4 mil e permite uma economia de quase 60 mil litros de água durante o ano, além de uma redução mensal de até R$ 300 na conta de água.

 
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